19.10.06

Apontamento

O nacionalismo português lembra-me Álvaro de Campos: fumando até que o destino lho conceda; vislumbrando da janela o mundo que corre; lembrando o que foi, o que é e a saudade do que poderia ter sido; admitindo o sonho, mas resignado. Um niilismo de heterónimo que caracteriza a ausência do Sentido. Uma comiseração de não encontrar o Ânimo. Ele sabe-Os, conhece-Os, mas perdeu-Os.
Há que encontra-Los.

2 Comentários:

Blogger Paulo Cunha Porto disse...

Penso, Caro Simão, que grande parte do desânimo provém de uma certa vaidade de se pensar (o Nacionalismo) como não-merecido pela Nação.
Ab.

18:41  
Blogger Simão dos Reis Agostinho disse...

Também, caro Paulo, em alguns sectores há quem pense dessa forma. Mas dos bons nacionalistas só falta mesmo encontrar forma de agir. E é urgente começar a faze-lo.

abraço monárquico

21:25  

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