19.10.06

Não, Não e Não!

Abortar uma Vida Humana – porque é disso que se trata – por condicionalismos sociais ou de vontade própria, é a apropriação definitiva do outro. A violação, a má formação do feto ou as condições sociais que o esperam não retiram àquele Ser a dignidade que tem, em si e por si. Aquela Vida não se mede pela condição que assume, mas pelo que é e não pode deixar de ser: Humana. Independentemente de tudo. Advogar a propriedade do ventre é a súmula da incompreensão do que nele se cultiva.

2 Comentários:

Blogger Paulo Cunha Porto disse...

Apetece até dizer, Caríssimo Simão, que se a vida estivesse ligada a um qualquer estado de alerta, que consciência é termo enganador, face às recentes descobertas científicas, então qual quer um poderia sentir-se à vontade para matar um abortista, desde que durante o sono deste.
Puro ilogismo!
Abraço.

18:35  
Blogger Simão dos Reis Agostinho disse...

E que tal uma noite sangrenta?! Sempre os apanhavamos a dormir. eheheh

abraço

21:22  

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