3.9.09

Escândalo

No passado domingo fui excepcionalmente à missa na igreja de S. João Baptista do Lumiar. O pároco da referida paróquia brindou-nos com uma homilia na qual pontuaram alguns elogios à nossa “estimada” constituição devido às suas abundantes referências à igualdade. Facto no mínimo surpreendente sabendo-se a mesma obra de republicanos socialistas e laicos, logo maçons. Mas adiante. O pior estava para vir. No momento da Comunhão e, ao chegar a minha vez, como de costume, abri a boca esperando recebe-la. Qual não foi o meu espanto quando a senhora que a estava a dar me disse: “Dê-me a sua mão!” enquanto me enfiava à força a hóstia na mão. O pároco, que estava ao lado desta senhora a dar igualmente a Comunhão, apercebendo-se da minha estupefacção e recusa em comungar desta forma olhou para mim e disse: “Aqui é assim!” Confesso, com vergonha, que perante a situação e para evitar mais trocas de palavras acabei. Saí dali furioso, com o pároco e comigo próprio por ter cedido. Este insigne modernista permite-se mandar às urtigas, não só a carta do Cardeal Patriarca (de quem sei ser muito amigo) e que dizia claramente que ninguém pode ser impedido de comungar na boca, como tudo o que Bento XVI tem dito sobre a forma correcta de comungar. Até quando teremos de suportar estes mafarricos de sotaina? Não haverá meio de lhes fazer o que Cristo fez aos vendilhões do templo?

3 Comentários:

Anonymous Afonso Miguel disse...

Amigo António,

Isto é caso mais do que suficiente para escrever uma carta à Comissão Ecclesia Dei.

Um abraço

23:45  
Blogger O Reaccionário disse...

E já agora levanto outra questão: que autoridade tem essa senhora para dar a Comunhão? A resposta é simples: nenhuma. Pois tivesse autoridade e também poderia comungar por si, o que não acontece. Só o sacerdote tem essa autoridade, recebida através da tradição apostólica e consequentemente de Deus. Estaremos então perante uma sacerdotisa? Enfim, as missas conciliares assemelham-se cada vez mais a rituais de bruxaria.

Cumprimentos.

16:37  
Blogger António Bastos disse...

Era isso que eu queria saber amigo Afonso. Mas sobre isso falaremos.
Um abraço

00:44  

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