3.12.06

Da desonestidade intelectual (I)

Primeira falácia dos defensores do aborto:

"Ninguém é a favor".

Esta é facilmente refutável, pois há quem defenda a prática abortiva como consequência da vontade da mulher, para além das comuns causas dos condicionalismos sociais. Aliás, é precisamente essa "liberdade" que o referendo aprova caso vença o "Sim", pelo que se conclui que até o simples facto da abstenção na votação e/ou na posição é de concordância com o consentimento legislativo de tais acções, num retrocesso civilizacional claro. Diz o povo, e bem, que "quem cala consente". É neste sentido que qualquer distanciamento desta causa da Vida é nefasto para a sua vitória. A Igreja tem tido, e infelizmente terá, um grave peso nessa contribuição, fazendo negar o papel que lhe cabe.

2 Comentários:

Blogger O Corcunda disse...

Já prossegui o argumento lá no blogue. Foi um prazer conhecer-te e ficamos combinados para um jantar com o António lá mais para o Natal, ou não?

Grande abraço

22:11  
Blogger Simão dos Reis Agostinho disse...

Oh amigo Corcunda, tive pena foi de ter de sair mais cedo, ainda queria falar contigo... Mas a ideia do jantar mantém-se de pé, olá se se mantém! Tenho imenso para debater contigo amigo!

um forte abraço

ps: talvez leve a tal t-shirt...

23:38  

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